maio 17, 2009

Senhora da Peneda - Gerês 2009

O fim de semana prolongado do passado dia 01 de Maio foi dedicado, com a malta do I.S.C.A.P., à descoberta duma parte do único parque nacional do país: O Parque Nacional da Peneda Gerês (PNPG), mais propriamente à serra da Peneda, a norte da serra amarela. Pelo caminho, uma paragem em Ponte da Barca, pacata vila portuguesa, atravessada pelo rio Lima…
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Rio lima que nos fez, quase sempre, companhia ao longo deste fim de semana…
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Já na encosta da serra da Peneda: A aldeia do Soajo, cuja imagem de marca é baseada nos seus espigueiros. Trata-se duma eira comunitária constituida por 24 espigueiros em pedra e assentes num afloramento granítico, o mais antigo parece datar do século XVIII…
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Da aldeia do Soajo para a aldeia do Lindoso, com vista sobre a albufeira do alto Lindoso…
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As muralhas do Castelo que parece estar a ser recuperado e…..mais espigueiros!
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Já em direcção à senhora da Peneda, uma vista sobre o vale; ao fundo, novamente, a aldeia do Soajo…
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Vistas magníficas sobre o rio Lima (claro!) e uma paisagem mais montanhosa…
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O hotel seleccionado para esta aventura foi o Hotel da Peneda, bem localizado junto ao Santuário da Senhora da Peneda…O lema do hotel é: “Um apelo á tranquilidade”...é um facto!
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Um espaço bem enquadrado na paisagem circundante; o que impressiona mais é o enorme conjunto granítico que circundeia o hotel, a parte de trás é envidraçada, permitindo ao visitante um contacto visual constante com a montanha e as cascatas…
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A manhã seguinte foi dedicada à exploração do Santuário e áreas envolventes…O santuário impressiona pela sua monumentalidade, escadaria e pelo facto de ter sido construído num vale profundo…
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Para além dos penedos, o verde da paisagem e as cascatas completam o cenário…
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Uma cascata que passa por baixo do hotel, permitindo ouvir, de mais perto, o reconfortante som das águas…
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Após o check-out no hotel, seguimos em direcção a Castro laboreiro, entramos em Espanha, atravessando, o parque natural do “Xurez”, como dizem os n/ vizinhos…nesta zona, o amarelo predomina…
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Atravessamos, ainda em Espanha, a albufeira criada pela barragem do alto lindoso, mais uma vez o rio Lima a marcar presença…
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Depois duma paragem, para almoço da comitiva, em “Lobios”, fomos visitar, uma pequena “estância” balnear, junto ao rio caldo, umas águas límpidas e quentes muito apetecíveis, olhando ao número de pessoas que, por lá, andavam…
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Regressando a Portugal, pela fronteira da Portela do Homem, entramos num tipo de vegetação diferente…mais densa e mais fresca. Passamos por muitas cascatas, algumas com um caudal impressionante…pena não ter parado para tirar fotos…
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Finalmente, acabamos o n/ percurso, bem cá em baixo, junto à barragem da Caniçada, um local que proporciona, sempre, um cenário idílico…
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Gastronomicamente, tivemos oportunidade de provar a posta à barrosã que, à semelhança da posta à mirandesa, trata-se dum belo naco de carne de vitela grelhado na brasa. Muito bom, claro! Até à próxima!

abril 18, 2009

Ribeira do Porto 2009

Nada como um belo domingo de manhã soalheiro para voltar a pegar na bicicleta e dar uma pequena volta. Desta vez, foi mesmo pequena….cerca de 12 kms pela ribeira de Gaia, com vista para a zona histórica e património da humanidade: A ribeira do Porto!
Partindo das fontainhas – centro nevrálgico das festas são joaninhas, atravessamos a ponte do Infante, local de paragem para tirar as primeiras fotos. Ao fundo, a ponte D. Luis I, na margem esquerda, a cidade de Gaia, onde se destaca o quartel da serra do pilar, que incorpora a igreja com o mesmo nome.

Pedalou-se até lá (serra do pilar) e, na foto seguinte, a perpectiva contrária: a ponte do infante.

A vista sobre a cidade invicta é muito bonita, com destaque para o serpentear do rio Douro e a ponte D. Luis I…as próximas fotos assim o demonstram…
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Umas fotos à igreja da serra do Pilar, antes da descida até à ribeira…
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Já cá em baixo e, depois de uma descida bem inclinada…em paralelo…”a ponte D. Luiz I” ganha destaque. Toda ela construida em ferro, é constituída por 2 tabuleiros metálicos sustentados por um grande arco. Inaugurada em 1881, e apesar dos seus (quase) 130 anos de existência, continua imponente e a ser um ex-libris da cidade…
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Na outra magem, a ribeira do Porto…neste dia, com direito a uma visita da marinha portuguesa…
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Mas são outros barcos que, geralmente, compoêm a paisagem…os barcos rabelos! Embarcações típicas do rio Douro que transportavam o vinho desde a região do Alto Douro até às caves, em V.N.Gaia; hoje em dia, são peças decorativas.
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Pedalando mais um pouco, em direcção à foz, a paisagem muda ligeiramente, menos urbanização, menos proximidade com a outra margem, o cheiro da maresia a fazer-se sentir e finalmente, o oceano atlântico a surgir…
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No caminho de regresso, um último olhar para este belo cenário…
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Os ciclistas do dia, entre muitos, que por lá andavam…
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Até à próxima!